Índices

ÍNDICES IVALOR

Índice ivalor Qualidade (IVQUAL)Índice ivalor Small Caps (IVSMLL)Índice ivalor Dividendos (IVDIV)Índice Bovespa (IBOV)Taxa Selic
5,90% (6,00 a.a.)49,79% (50,77 a.a.)11,77% (11,97 a.a.)13,67% (13,91 a.a.)2,93% (2,98 a.a.)

ÍNDICES IVALOR

Índice ivalor Qualidade (IVQUAL)Índice ivalor Small Caps (IVSMLL)Índice ivalor Dividendos (IVDIV)Índice Bovespa (IBOV)Taxa Selic
6,51% (3,26 a.a.)42,30% (19,67 a.a.)-4,32% (-2,22 a.a.)5,36% (2,69 a.a.)6,69% (3,35 a.a.)

ÍNDICES IVALOR

Índice ivalor Qualidade (IVQUAL)Índice ivalor Small Caps (IVSMLL)Índice ivalor Dividendos (IVDIV)Índice Bovespa (IBOV)Taxa Selic
56,77% (12,16 a.a.)125,14% (23,02 a.a.)98,76% (19,17 a.a.)45,82% (10,11 a.a.)21,02% (4,99 a.a.)

ÍNDICES IVALOR

Índice ivalor Qualidade (IVQUAL)Índice ivalor Small Caps (IVSMLL)Índice ivalor Dividendos (IVDIV)Índice Bovespa (IBOV)Taxa Selic
214,43% (15,72 a.a.)274,19% (18,32 a.a.)378,06% (22,07 a.a.)101,91% (9,37 a.a.)91,67% (8,65 a.a.)
Composição Atual

Os índices ivalor Qualidade e ivalor Small Caps são compostos pelas ações das melhores empresas do ranking ivalor. Já o índice ivalor Dividendos é composto pelas maiores pagadoras de dividendos (ranking de dividendos). A composição dos índices é atualizada à medida que novos resultados alteram os posicionamentos das empresas nos rankings. Confira abaixo a composição atual dos índices.

Índice ivalor Small Caps (IVSMLL)
Ação%
5,45%
5,48%
6,64%
7,17%
6,41%
8,13%
5,88%
6,29%
6,87%
8,71%
6,13%
7,41%
6,45%
6,76%
6,23%
Índice ivalor Dividendos (IVDIV)
Ação%
7,87%
4,82%
6,90%
5,59%
8,29%
5,45%
6,94%
7,40%
6,80%
6,79%
7,03%
6,94%
6,90%
5,81%
6,48%
Índice ivalor Qualidade (IVQUAL)
Ação%
1,01%
1,56%
1,64%
2,12%
1,80%
2,00%
2,45%
1,73%
2,05%
1,51%
2,08%
1,78%
2,68%
3,16%
2,13%
1,65%
1,69%
1,86%
2,15%
2,15%
2,03%
2,74%
1,66%
2,04%
1,53%
1,51%
1,85%
2,00%
2,47%
2,15%
2,24%
2,00%
1,68%
2,00%
2,89%
2,15%
1,99%
2,15%
1,71%
2,45%
2,15%
1,86%
2,24%
2,06%
1,64%
2,17%
1,76%
1,97%
1,83%
1,85%

Quais as diferenças entre os índices ivalor e o índice Bovespa?

O Índice Bovespa (IBOVESPA) é o principal índice da bolsa brasileira e também o mais utilizado pelo mercado para avaliar, em termos comparativos, o desempenho de fundos de ações, fundos multimercado, ETFs, carteiras recomendadas, etc. Apesar disso, a metodologia de cálculo do IBOVESPA estabelece certos critérios que tornam esse índice pouco adequado para se ter uma ideia realista do desempenho de uma carteira de ações de longo prazo. Em outras palavras, o investidor Buy and Hold tende a montar uma carteira de composição significativamente diferente do IBOVESPA e, na maioria das vezes, com desempenho superior.

A principal característica do IBOVESPA que o distancia de uma carteira de ações Buy and Hold típica é a ponderação dos ativos em função do seu valor de mercado e da sua liquidez (volume). Isso faz com que algumas ações possuam participação no índice maior do que 11%, enquanto outras não passem de 0,1% de participação. Esse grau de desbalanceamento é muito superior ao que a maioria dos investidores de longo prazo tolerariam em suas carteiras.

Além do enorme desbalanceamento entre ativos, o IBOVESPA não apresenta nenhum requisito que impeça empresas de baixa qualidade de participarem do índice. Sendo assim, é possível encontrar ativos de fundamentos sofríveis como PETROBRAS com 11% de participação no índice, bem como empresas excelentes como ENGIE BRASIL com menos de 1% de participação. Há ainda, muitas empresas boas que não participam do índice Bovespa, bem como diversas outras que passariam longe de uma carteira Buy and Hold, mas estão no IBOVESPA.

Os índices ivalor foram criados com o objetivo de representar, de maneira mais realista, as rentabilidades de carteiras de longo prazo. Para isso, os índices ivalor são compostos apenas por empresas de boa qualidade. Além disso, as ações que compõem os índices são rebalanceadas sempre que a maior participação supera o dobro da menor. Esse critério é rígido o suficiente para evitar um desbalanceamento exagerado e, ao mesmo tempo, flexível o suficiente para que não ocorram rebalanceamentos frequentes.

Índice ivalor Qualidade (IVQUAL)

O índice ivalor Qualidade é composto pelas ações das 50 melhores empresas do Ranking de Qualidade com participações de aproximadamente 2% cada.

Para determinar a composição e a rentabilidade do índice ao longo do tempo, calculamos o ranking retroativamente de forma que nosso algoritmo só tivesse acesso aos dados anteriores ao momento do cálculo. Dessa forma, garantimos que a avaliação das empresas num determinado tempo no passado não utilize dados posteriores o que poderia favorecer os resultados e incorrer numa avaliação inadequada do nosso método. Vale ressaltar também que os algoritmos que calculam as notas das empresas e geram o ranking não utilizam a valorização das ações nem a distribuição de proventos como critério de avaliação. Eles partem da premissa que os preços e os dividendos acompanham os lucros e não o contrário. Sendo assim, apenas dados fundamentalistas das empresas são utilizados na geração do ranking.

Para verificar se a quantidade de ativos tem efeito sobre o desempenho, criamos diversos índices com quantidades de ativos variando entre 15 e 50 e calculamos suas composições e rentabilidades por um período de 8 anos (entre 2011 e 2019).

Os testes mostraram que a rentabilidade anual média dos índices variou entre 21% e 23% no período, sem correlação evidente com a quantidade de ativos. Já o IBOVESPA valorizou, em média, cerca de 10% ao ano no mesmo período.

Já esperávamos que nossos índices superassem o IBOVESPA visto que é amplamente conhecido que o desempenho de boas empresas é superior à média do mercado no longo prazo. Os testes realizados não só confirmaram essa expectativa, mas evidenciaram a qualidade dos nossos algoritmos de análise fundamentalista de empresas.

Uma vez que não houve correlação evidente entre a rentabilidade dos índices e a quantidade de ativos, utilizamos o limite superior dos testes, isto é, 50 ações. Um número maior de ações representa um número maior de carteiras possíveis. De fato, com 50 ações é possível gerar uma quantidade inimaginável de carteiras diferentes diversificando entre setores, mercados, segmentos, portes e diversos outros critérios de acordo com o desejo do investidor.

Ao criar uma carteira baseada no Ranking de Qualidade o investidor pode obter uma rentabilidade superior ou inferior ao índice ivalor Qualidade a depender da sua habilidade de seleção dos melhores ativos em conjunto. No entanto, com base nos resultados dos nossos testes, a rentabilidade de uma carteira baseada nas top 50 do ranking ivalor dificilmente será inferior à rentabilidade deste índice, desde que a carteira contenha no mínimo 15 ações e seja mantida com um nível razoável de balanceamento.

Índice ivalor Small Caps (IVSMLL)

O índice ivalor Small Caps é composto pelas ações das 15 melhores empresas do Ranking de Qualidade cujo valor de mercado é menor do que R$ 5 bilhões. Cada ação possui aproximadamente 6,67% de participação no índice.

O processo de criação e atualização do índice ivalor Small Caps é o mesmo do índice ivalor Qualidade, tendo como única diferença o critério adicional de porte da empresa e a quantidade menor de ativos para composição do primeiro. As demais características dos dois índices são semelhantes.

Uma observação que vale a pena ser feita é que o índice ivalor Small Caps tende a variar com maior amplitude do que o índice ivalor Qualidade, ou seja, em períodos de queda, este desvaloriza com mais intensidade e em períodos de alta, valoriza mais. Esse efeito pode ser visto nos gráficos dos índices, no início desta página. Isso está em linha com o fato, também conhecido, de que empresas de menor porte são, geralmente, mais arriscadas e, portanto, tendem a sentir mais os efeitos do pessimismo e do otimismo do mercado.

Em linha com esse resultado, o investidor pode achar interessante montar uma carteira de Small Caps nos momentos posteriores a uma queda sistêmica acentuada, quando as Small Caps teoricamente estarão mais descontadas com relação às empresas maiores e, dessa forma, obter uma rentabilidade melhor durante o período de alta.

Índice ivalor Dividendos (IVDIV)

O índice ivalor Dividendos é composto pelas 15 ações com maior potencial de pagamento de dividendos e que também apresentam um certo nível de qualidade. Em outras palavras, as ações que compõe o índice são as melhores do ranking de dividendos aplicando-se critérios de qualidade adicionais. Cada ação possui aproximadamente 6,67% de participação no índice.

O desempenho do ivalor Dividendos foi o que apresentou o maior desempenho em 8 anos, mostrando que a estratégia de investir em empresas de qualidade com excelente potencial de distribuição de dividendos pode ser muito rentável no longo prazo. Não é à toa que Luiz Barsi e Décio Bazin, dois dos maiores investidores bem sucedidos conhecidos, sempre investiram em boas pagadoras de dividendos.

Vale a pena ressaltar, no entanto, que não basta se basear no Dividendo Yield (12 meses) que mostra o quanto a empresa pagou de dividendos. Na maioria dos casos, as empresas pagam de forma irregular e não há garantia de que continuarão pagando da mesma forma. Existem vários exemplos de empresas que pagaram muito por um período e depois passaram anos sem pagar nada. Por isso, o índice utiliza o indicador Dividendo Yield ivalor que mede a capacidade de pagamento de dividendos da empresa em termos percentuais. Ou seja, ele é o DY que a empresa consegue pagar de forma consistente.

Outro fator que explica o desempenho superior do índice é que o ranking de dividendos é mais dinâmico. Os preços das ações influenciam diretamente no Dividend Yield ivalor. Dessa forma, o índice tende a trocar ações que ficaram mais caras (o DY diminuiu) por ações que ficaram mais baratas (o DY aumentou), aumentando significativamente a sua rentabilidade ao longo do tempo.

Note que os índices ivalor Qualidade e ivalor Small Caps trocam as empresas apenas em função de perda de qualidade, ou seja, não importa se as empresas estão caras ou baratas. Diferentemente, o índice ivalor Dividendos utiliza os dois critérios simultaneamente. Isso evidencia que uma gestão mais ativa da carteira, que favoreça o aporte em ações mais baratas sem abrir mão da qualidade, apesar de mais trabalhosa, pode dar muitos frutos no longo prazo.

Dúvidas e Sugestões

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